A crítica e a criação. O resultado do todo.


Quando a galera pensa que criação - em especial, o designer, é o padeiro ou pasteleiro, com todo respeito aos responsáveis pelos melhores sabores do mundo, esse tipo de capa, nessa lógica, surge simplesmente de uma rodada na cadeira, um copo de café, um abrir e fechar o Illustrator e nada além. Puro engano. Ou, errou rude.


O processo criativo é técnico, claro, mas é sagacidade, leitura, vivências múltiplas... é conexão entre uma variedade de coisas. Dos blocos do carnaval a interação na banca do jornal lendo as capas enquanto o busão não chega. Tudo isso forma repertório, que com a técnica, impulsiona a criatividade.


"Só misturando pra ver o que vai dar..." Já cantava O Rappa. O resultado? Um pouco da referência do todo, um veículo que permita a criatividade vir a tona independente do contexto e ou conjuntura (aqui no caso o Metro) e uma sacada simples, e por assim ser, genial. 


E é este processo criativo, repleto de vivências, encontros, diferenças e sagacidade que norteia a Dona Neia. Acesse, conheça, contrate. www.donaneia.com.br


Post inspirado em uma conversa matinal com o querido Gui Borges (@gbdesign.art.br) que publicou esta capa em seu FB.

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